Atuação fisioterapêutica na unidade de terapia intensiva neonatal e pediátrica: Um relato de experiência
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Palavras-chave

Terapia intensiva
Neonatal
Fisioterapia

Como Citar

SILVA, . E. M. da; CAMAROZANO, . Y. K.; LOPES, . da S. .; SILVA, . L. da .; SOUZA, . M. . Atuação fisioterapêutica na unidade de terapia intensiva neonatal e pediátrica: Um relato de experiência. Revista Científica da FHO|Uniararas, Araras, SP, v. 14, n. 1, p. 1–7, 2026. DOI: 10.55660/revfho.v14i1.313. Disponível em: https://ojs.fho.edu.br:8481/revfho/article/view/313. Acesso em: 16 set. 2026.

Resumo

A unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) é um ambiente para cuidados intensivos com monitoramento constante dos recém-nascidos. Seus encaminhamentos podem ser por motivos diversos, como desenvolvimento incompleto dos órgãos, por baixo peso ao nascer, por problemas respiratórios, entre outras situações que podem causar danos significativos à saúde. Frente ao cuidado intensivo, uma equipe de saúde se faz necessária, destacando-se a atuação do fisioterapeuta, o qual promove a melhora do desenvolvimento neuropsicomotor por meios de exercícios, estimulação da função pulmonar com técnicas respiratórias e prevenção de complicações músculoesquelética. Objetivo: Relatar a experiência de uma visita à uma UTIN, num hospital público de uma cidade do interior do estado de São Paulo, e descrever o acompanhamento da intervenção fisioterapêutica. Relato de Experiência: Refere-se a um relato de experiência, o qual foi vivenciado na prática a atuação do fisioterapeuta especializado em UTIN. Primeiramente, foi observado o ambiente e recursos do local, como a quantidade e disposição das incubadoras e dos equipamentos de ventilação mecânica. Em seguida, foi realizada a observação da rotina do fisioterapeuta que se iniciou com avaliação, que posteriormente evoluiu para o atendimento fisioterapêutico. Quanto aos procedimentos fisioterapêuticos notou-se que são utilizados procedimentos para higiene brônquica, como aumento do fluxo respiratório (AFE) lento e rápido, e aspiração. Ao finalizar os procedimentos respiratórios, o fisioterapeuta realizava posicionamento no leito, nos variados decúbitos: dorsal, ventral e lateral e sempre com a cabeceira elevada. Conclusão: A experiência vivenciada durante a visita à UTIN permitiu uma compreensão mais profunda e sensível sobre a atuação do fisioterapeuta nesse ambiente altamente especializado, contribuindo assim com a sua formação, ao ponto de conseguir visualizar a aplicação de diversos conceitos e técnicas, conhecidas previamente apenas na teoria, possibilitando assim a junção da teoria com a prática in loco.

https://doi.org/10.55660/revfho.v14i1.313
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