O impacto do citomegalovírus congênito e outras infecções do complexo torch na perda auditiva neurossensorial infantil
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Palavras-chave

Citomegalovírus Congênito
Infecções TORCH
Perda Auditiva Neurossensorial
Triagem Auditiva Neonatal

Como Citar

GONÇALVES, . C. .; DUTRA, . da S. .; BASTOS , . .; PIACENTINI, . S. . O impacto do citomegalovírus congênito e outras infecções do complexo torch na perda auditiva neurossensorial infantil. Revista Científica da FHO|Uniararas, Araras, SP, v. 14, n. 1, p. 100–104, 2026. DOI: 10.55660/revfho.v14i1.331. Disponível em: https://ojs.fho.edu.br:8481/revfho/article/view/331. Acesso em: 16 set. 2026.

Resumo

Introdução: Infecções congênitas pertencentes ao grupo TORCH são causas importantes de deficiência auditiva em recém-nascidos, com o citomegalovírus (CMV) despontando como o principal fator etiológico não genético. Objetivo: Analisar a associação entre infecções congênitas, especialmente o CMV, e o desenvolvimento de perda auditiva neurossensorial na infância. Metodologia: Revisão narrativa da literatura com foco em estudos de triagem neonatal, manifestações clínicas de infecções congênitas e exames de imagem/laboratoriais específicos. Resultados e Discussão: O CMV causa labirintite viral e lesão direta nas células ciliadas da cóclea, frequentemente apresentando-se de forma assintomática ao nascimento, mas evoluindo com perda auditiva tardia ou flutuante. Outras infecções como sífilis e toxoplasmose causam danos inflamatórios severos que exigem acompanhamento prolongado. Conclusão: O rastreamento de infecções na gestação e o monitoramento audiológico rigoroso de bebês expostos ao CMV são cruciais para evitar atrasos no desenvolvimento global da criança.

https://doi.org/10.55660/revfho.v14i1.331
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