Prevalência de doenças infecciosas relacionadas à perda auditiva na infância
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Palavras-chave

Perda Auditiva
Infância
Doenças Infecciosas
Desenvolvimento Infantil
Triagem Auditiva Neonatal

Como Citar

PIACENTINI, . S. .; DUTRA, . da S. .; BASTOS , . .; GONÇALVES, . C. . Prevalência de doenças infecciosas relacionadas à perda auditiva na infância. Revista Científica da FHO|Uniararas, Araras, SP, v. 14, n. 1, p. 97–99, 2026. DOI: 10.55660/revfho.v14i1.334. Disponível em: https://ojs.fho.edu.br:8481/revfho/article/view/334. Acesso em: 16 set. 2026.

Resumo

Introdução: A audição é crucial para o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social da criança. A perda auditiva na infância possui causa multifatorial, com destaque para as doenças infecciosas (congênitas e adquiridas) como importantes fatores de risco. Segundo a OMS, cerca de 60% dos casos de surdez infantil poderiam ser evitados com prevenção e diagnóstico precoce. O objetivo do estudo foi analisar a relação entre essas infecções e o deficit auditivo. Metodologia: Realizou-se uma revisão narrativa da literatura por meio de levantamento bibliográfico em bases de dados nacionais e internacionais, selecionando artigos e diretrizes sobre infecções congênitas e adquiridas e seus impactos na população pediátrica. Resultados e Discussão: A literatura aponta o citomegalovírus (CMV) congênito como a principal causa infecciosa não genética de perda auditiva neurossensorial na infância. Outras infecções congênitas (rubéola, sífilis, toxoplasmose e herpes) e adquiridas (como meningite bacteriana e otites médias recorrentes) também causam danos estruturais ou inflamatórios ao sistema auditivo. O diagnóstico precoce e a triagem auditiva neonatal são essenciais para mitigar danos ao desenvolvimento escolar e da linguagem. Conclusão: As infecções geram impactos profundos e permanentes na cognição, comunicação e inclusão social da criança. É fundamental investir em prevenção, rastreamento auditivo contínuo e intervenções terapêuticas oportunas. O uso de tecnologias de reabilitação e o suporte a estratégias alternativas, como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), são indispensáveis para garantir a acessibilidade e o desenvolvimento integral desses indivíduos.

https://doi.org/10.55660/revfho.v14i1.334
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